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Está apenas a ser um esforço. Um hábito desabituado pronto a novamente ser alimentado devidamente e estupidamente por uma necessidade meramente ilusória e momentânea de que me apercebo mas não afasto nem deixo que me tirem.
É minha, de mais ninguém. Por ela luto, choro, transpiro, esperrinho e contrario os teus e vossos pensamentos inúteis para o meu encéfalo. Dispenso-vos totalmente dos vossos serviços que apenas me levam à total confusão de me confundir com algo sem razão de ser e sem qualquer senso presente. Confuso.
Nem todo o começo tem que ter fim! Nem sempre podemos acreditar no infinito, inacabável, inalterável. Vieram mais uma vez para me azucrinar o juízo que luto para que se mantenha nas suas mínimas condições. Destruíste o meu império mental, o qual nunca pensei que viesse abaixo. Destruíram-no.
Imprevisibilidade incómoda e inteligente à qual recorreste, recorreram, puro e simplesmente para eu alcançar o meu desconhecido estado de insanidade mental facilmente passageiro, o qual me recuso de largar.
A tua, vossa sanidade confunde-me e leva-me à loucura ou àquilo que costumam chamar de loucura, falando por palavras vossas. Mas esta conforta-me e leva-me a ficar no melhor estado que alguma vez poderia alcançar.
Limito-me a observar as vossas mentes mesquinhas e ideias irracionais de se ajudarem racionalmente e descobrirem, criarem, procurarem, destruírem, construírem, destruírem, construírem, destruírem, remediarem. Remediarem constantemente. Dar a volta a tudo e todos para soluções que iludem ser contínuas e esperançosas, em ordem de alcançar um futuro mais confortável. Confortavelmente estúpido e sem sentido nenhum na minha inaceite e inaceitável cabeça.
“-Sigam o vosso caminho da melhor maneira, não pisem sem ver, não toquem sem saber, não se aproximem sem atirar”- dizeis.
Atirem todas as pedras que quiserem, pois as vossas mentes são mesquinhas e tão simples de compreender que me confundi a mim mesmo e nem sequer me lembro de como era ser um ser com algum fundamento. Já nem sequer sei o que digo.
Vós cansais-me.
Segue o teu caminho, atira as tuas próprias pedras e constrói o teu império mental da forma que quiseres, não precisas de ouvir o ruído das mentes dos outros. Mas por vezes talvez possas construir a tua mente com as mentes dos outros, talvez eles possam dar uma ajuda com tijolos na construcção do teu império. Depois, cabe-te a ti escolheres a forma a dar-lhes. Não és obrigado a aceitar ideiais, sugestões, pensamentos e até factos. Mas podes tirar proveito deles...
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