É espantoso como uma única pessoa pode fazer toda a diferença. É impressionante como apenas tu possas ser quem eu nunca esperasse que fosses. És simplesmente tu, na tua perfeita condição, na tua perfeita nudez, na tua mais pura sinceridade.
Não sou ninguém, não faço, nunca fiz, nem nunca farei ninguém feliz da maneira que tu me fazes feliz a mim. Nunca terei a tua capacidade, a tua simplicidade, a tua facilidade. Independentemente de tudo o que possam dizer ou até mesmo fazer, serás sempre tu.
Tenho saudades. Quero-te ver, tocar-te, beijar-te dizer-te o quanto te amo. Fazer contigo o que nunca fiz nem o que nunca ninguém fez por quem quer que fosse. Quero fazer-te feliz, quero que a nossa felicidade seja apenas uma: nossa.
Sou um sonhador. Quero tudo e desejo tudo, mas até agora apenas um dos meus desejos me completou realmente. Apenas um desejo meu se tornou realidade e sei que se mo tirarem, se mo tirares ou se eu fizer por ficar sem ele, não serei o mesmo. Serei um ser morto com um coração a bater permanentemente à medida que o pensamento voa para o desejo. És tu mais uma vez, és e serás sempre tu.
Não trocaria o sofrimento que passei contigo, não trocaria a felicidade que contigo alcancei. Nunca abdicaria disso por nada, simplesmente nada. A palavra “amor” passou a ser duma simplicidade enorme que não se encaixa naquilo que eu sinto por ti. És tudo, és o meu todo. Não tenho efectivamente palavras para descrever o que sinto por ti, pois tudo o que aqui escrito está é apenas uma amostra. A razão do meu coração bater desta forma por ti, a razão do meu pensamento estar constantemente em ti é tão complexa que nem mesmo eu, dono de mim mesmo, consigo conhece-lo. É mais que amor, é uma nova vida dentro de mim.
Nunca te esquecerei…
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Nós
Precipitamo-nos. Pensamos que fazemos as coisas atempadamente, mas se dedicássemos mais tempo para reflectirmos as nossas futuras acções e consequências das mesmas revelaria mais responsabilidade e sensatez da nossa parte.
Somos influenciados pela maneira de pensar, pela maneira de agir, até mesmo pelos sentimentos daqueles que nos rodeiam, fazendo assim com que o amor que existe dentro de nós não tenha sido construído apenas por nós próprios mas por muitas outras pessoas. Não amamos à nossa maneira, não nos ensinamos a amar da maneira que achamos ser a mais correcta para nós.
O nosso subconsciente leva-nos sempre a pensar nos outros, como irão pensar e reagir perante as nossas decisões, atitudes, etc.
Como poderíamos agir ou pensar sem haver alguém em quem nos basearmos? Mesmo pensando nalgo de bom para nós, fazemo-lo não só para nos sentirmos bem connosco próprios mas também e principalmente para o agrado de outrem. Por mais que tentemos, não conseguiremos contrariar-nos, contrariar isto a que podemos chamar de “Sistema”.
Gostamos de algo, fazemo-lo porque nos sentimos bem em fazê-lo, mas tem que ter havido intervenção de outrem para que tal tenha acontecido. Pensamos que, em termos físicos, não viemos do céu ou de qualquer outro lugar. Somos fruto de um acto sexual e, só por isso, conseguimos perceber que estamos cá, mas não estamos sozinhos. Estamos cá, mas alguém já cá estava, alguém apareceu posteriormente, alguém ainda está por aparecer e continuará a mudar-nos, constantemente, mesmo sem o seu consentimento.
A nossa história começou sem darmos conta, mas escrevemo-la. A nossa história continua e nós ainda a escrevemos. Quando a nossa história acabar, alguém a vai continuar a escrever, mantendo-nos eternos seres, eternos fenómenos, incompletos e ingénuos animais que se deixaram levar pela astúcia e ambição esquecendo o principal sentimento que nos mantém de pé: o amor.
Somos influenciados pela maneira de pensar, pela maneira de agir, até mesmo pelos sentimentos daqueles que nos rodeiam, fazendo assim com que o amor que existe dentro de nós não tenha sido construído apenas por nós próprios mas por muitas outras pessoas. Não amamos à nossa maneira, não nos ensinamos a amar da maneira que achamos ser a mais correcta para nós.
O nosso subconsciente leva-nos sempre a pensar nos outros, como irão pensar e reagir perante as nossas decisões, atitudes, etc.
Como poderíamos agir ou pensar sem haver alguém em quem nos basearmos? Mesmo pensando nalgo de bom para nós, fazemo-lo não só para nos sentirmos bem connosco próprios mas também e principalmente para o agrado de outrem. Por mais que tentemos, não conseguiremos contrariar-nos, contrariar isto a que podemos chamar de “Sistema”.
Gostamos de algo, fazemo-lo porque nos sentimos bem em fazê-lo, mas tem que ter havido intervenção de outrem para que tal tenha acontecido. Pensamos que, em termos físicos, não viemos do céu ou de qualquer outro lugar. Somos fruto de um acto sexual e, só por isso, conseguimos perceber que estamos cá, mas não estamos sozinhos. Estamos cá, mas alguém já cá estava, alguém apareceu posteriormente, alguém ainda está por aparecer e continuará a mudar-nos, constantemente, mesmo sem o seu consentimento.
A nossa história começou sem darmos conta, mas escrevemo-la. A nossa história continua e nós ainda a escrevemos. Quando a nossa história acabar, alguém a vai continuar a escrever, mantendo-nos eternos seres, eternos fenómenos, incompletos e ingénuos animais que se deixaram levar pela astúcia e ambição esquecendo o principal sentimento que nos mantém de pé: o amor.
Encontro com tempo e homem
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Está apenas a ser um esforço. Um hábito desabituado pronto a novamente ser alimentado devidamente e estupidamente por uma necessidade meramente ilusória e momentânea de que me apercebo mas não afasto nem deixo que me tirem.
É minha, de mais ninguém. Por ela luto, choro, transpiro, esperrinho e contrario os teus e vossos pensamentos inúteis para o meu encéfalo. Dispenso-vos totalmente dos vossos serviços que apenas me levam à total confusão de me confundir com algo sem razão de ser e sem qualquer senso presente. Confuso.
Nem todo o começo tem que ter fim! Nem sempre podemos acreditar no infinito, inacabável, inalterável. Vieram mais uma vez para me azucrinar o juízo que luto para que se mantenha nas suas mínimas condições. Destruíste o meu império mental, o qual nunca pensei que viesse abaixo. Destruíram-no.
Imprevisibilidade incómoda e inteligente à qual recorreste, recorreram, puro e simplesmente para eu alcançar o meu desconhecido estado de insanidade mental facilmente passageiro, o qual me recuso de largar.
A tua, vossa sanidade confunde-me e leva-me à loucura ou àquilo que costumam chamar de loucura, falando por palavras vossas. Mas esta conforta-me e leva-me a ficar no melhor estado que alguma vez poderia alcançar.
Limito-me a observar as vossas mentes mesquinhas e ideias irracionais de se ajudarem racionalmente e descobrirem, criarem, procurarem, destruírem, construírem, destruírem, construírem, destruírem, remediarem. Remediarem constantemente. Dar a volta a tudo e todos para soluções que iludem ser contínuas e esperançosas, em ordem de alcançar um futuro mais confortável. Confortavelmente estúpido e sem sentido nenhum na minha inaceite e inaceitável cabeça.
“-Sigam o vosso caminho da melhor maneira, não pisem sem ver, não toquem sem saber, não se aproximem sem atirar”- dizeis.
Atirem todas as pedras que quiserem, pois as vossas mentes são mesquinhas e tão simples de compreender que me confundi a mim mesmo e nem sequer me lembro de como era ser um ser com algum fundamento. Já nem sequer sei o que digo.
Vós cansais-me.
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